sábado, 29 de agosto de 2015

Levi Pontes Participa de Encontro do Solidariedade em Fortaleza


O deputado Levi Pontes, participou do 1º Ciclo do Curso de Formação Política do Partido Solidariedade, o evento teve início na tarde da última quinta-feira, (27/08) e acontece no hotel Ponta Mar em Fortaleza.

De acordo com o deputado Levi – um dos primeiros a se eleger pela sigla – o encontro serviu para reafirmar as bandeiras do partido e para traçar estratégias para as eleições de 2016. “Neste Ciclo de Formação Política tivemos a oportunidade de dialogar com companheiros de outros estados, de perceber que o pensamento do partido Solidariedade é defendido de forma vibrante e que o Solidariedade vai crescer muito depois de 2016 com a eleição de muitos prefeitos e vereadores em várias cidades do Brasil”, destacou o parlamentar. 



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

CPI da Saúde Volta a Se Reunir na Próxima Semana

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Criada para investigar supostas irregularidades contra Ricardo Murad na Secretaria Estadual de Saúde, nos anos de 2009 a 2014, a CPI da Saúde volta a se reunir na semana que vem para avaliar provas contra o ex-secretário e deliberar sobre possíveis convocações para explicações.
De acordo com o deputado estadual Fernando Furtado (PCdoB), no momento estão sendo analisados as auditorias da Secretaria de Transparência e Controle, relatórios do Tribunal de Contas do Estado etc. “Estamos trabalhando os documentos que recebemos e com certeza, na semana que vem, vamos marcar uma reunião geral com todos os membros da CPI”.
Na semana que vem, também está prevista a visita do deputado Levi Pontes (SDD), presidente da comissão, à Rosário para discutir com a Câmara de Vereadores local a retomada das obras do hospital prometido para a região. Na oportunidade, será feita uma visita ao terreno onde Ricardo Murad enterrou quase R$ 5 milhões sem empilhar um tijolo sequer na construção da nova unidade de Saúde.
do Blog Marrapá (com edição) 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Anapurus: Vanderly Nega Acordo para Apoiar Aluízio

Em reposta a matéria do blog (reveja), comentando informações de bastidores sobre provável aliança entra grupos políticos de Anapurus e Chapadinha, a pré-candidata a prefeita Vanderly Monteles encaminha nota negando qualquer possibilidade de apoio ao secretário Aluízio Santos como deputado estadual.

Diferente do que disseram os blogs ligados ao secretário Aluízio, Vanderly Monteles insiste que o encontro entre ambos não teve conotação partidária. “No dia 20/08/2015 houve um almoço em comemoração ao festejo da Paróquia de São Bernardo de Anapurus, sendo o referido almoço tradicional de todos os anos em minha residência. Na oportunidade, a realização do evento, sempre convido e recebo vários amigos da classe política e social de Anapurus, bem como de toda região”, disse a professora.

Vaderly elogiou o trabalho de Aluízio, mas reafirma não haver tratado de eleição: “tenho profundo respeito e admiração pelo colega político Aluisio e seu trabalho desenvolvido na pasta da Administração em Chapadinha, mas o mesmo jamais tratou de eleição estadual comigo” declarou.

Além de negar qualquer chance de apoio a Aluízio, a pré-candidata declarou já ter compromisso dentro de seu partido. “Faço política com compromisso e responsabilidade, preponderando veementemente a minha palavra dada, sendo hoje Presidente Municipal do Partido Da Social Democracia Brasileira - PSDB, tenho compromisso político com meu partido PSDB e com o Deputado Neto Evangelista, fato que já divulguei ricamente nas redes sociais e demais mídias”, finalizou Vanderly Monteles.

Itamacaoca: Unidade de Conservação e Guarda Ambiental

Matéria do Blog em 2013

Um dos principais componentes agravadores da crise hídrica que se abateu em Chapadinha é sem dúvida a degradação ambiental contínua na área da barragem da Itamacaoca. De vândalos e pescadores irregulares, a obra do Aeroporto cortando vertente d’água e até cemitério crescendo nas terras do único manancial de água de Chapadinha sem que as autoridades tenham feito nada para impedir ou minimizar as constantes agressões.

Com base em estudos coordenados pelos professores Telmo José e Regis Catarino, a comunidade acadêmica do CCAA/CAMPUS 4 da UFMA  já alertavam em 2013 sobre o iminente colapso do manancial.  “Uma equipe formada pelos professores da Universidade Federal do Maranhão Telmo José, Regis Catarino e estudantes universitários vistoriou, na manhã de hoje (26), o reservatório de abastecimento de água na cidade e constataram a grave possibilidade de colapso no sistema por conta da falta de chuva. De acordo com levantamentos preliminares feitos no local, a Itamacaoca hoje teria pouco mais de 10% de seu volume d’água normal e caso não chova ou a população não se conscientize da necessidade de racionamento, a escassez total da água para os chapadinhenses deve acontecer em questão de dias”, alertavam os professores por meio de matéria deste blog em dezembro de 2013.

Nos estudos da UFMA a obra dos famosos 23 (ou 26) milhões já era vista com desconfiança. “A eficácia das obras, tocadas com o investimento de 23 milhões de reais para garantir o abastecimento da cidade nos próximos anos, com medidas que são vistas com desconfiança por alguns estudiosos da área, também será alvo do estudo”, antecipava o blog.

Antes mesmo do alerta, na condição de secretário municipal de meio ambiente – em 2009, administração Danúbia Carneiro, o Professor Telmo já apresentava algumas medidas que infelizmente não foram implementadas. Entre as propostas do então secretário Telmo estavam a criação de uma Unidade de Conservação Ambiental na Área da Itamacaoca e de um grupamento de fiscalização ambiental dentro da Guarda Municipal de Chapadinha.


No momento em que a crise hídrica chega ao grau mais extremo, medidas paliativas são novamente apresentadas e o debate ambiental segue em segundo ou terceiro planos, até a próxima ameaça da falta total de água, contra a qual um dia não haverá medidas emergenciais.         

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Márcia Gomes Se Diz Traída Depois de Aluízio lhe Tomar o Partido


Durante a última sessão da Câmara Municipal – segunda-feira, 24 – no  momento em que os parlamentares debatiam as movimentações políticas e tocaram no fato de o secretário de obras Aluízio Santos ter assumido a presidência municipal do Partido da República sem que as duas vereadoras da legenda tenham sido sequer comunicadas a respeito, a vereadora Márcia Gomes pediu a palavra para repudiar o golpe.

Aluízio tomou o controle do PR direto pela direção estadual do partido e gerou revolta na presidente da Câmara, vereadora Márcia Gomes. Visivelmente irritada com a manobra de Aluízio, Márcia se disse traída pelo articulador político de Belezinha. “Sobre essa questão do PR, eu não queria nem tocar no assunto. Mas eu acho assim, que foi uma traição comigo. Eu preciso tratar dessa situação, eu preciso resolver essa situação que eu tô muito engasgada com tudo isso”, desabafou a presidente contra o aliado e articular político do governo. (veja vídeo abaixo).


Com a puxada de tapete de Aluízio contra a presidente Márcia Gomes o mais provável é que ela deixe o partido, juntamente com a vereadora Missicley Araújo, pois ambas ficam ameaçadas de não ter legenda para disputar eventual reeleição no próximo pleito de 2016.   

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Macaoca: Aprenderemos com a Atual Crise Hídrica?


Este é o primeiro de uma série de artigos do professor Telmo José sobre a crise hídrica de Chapadinha. Junto com outros professores da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, Campus de Chapadinha, o professor Telmo já fez inúmeras pesquisas na área do reservatório da Itamacaoca. Por certo vai contribuir muito com o debate. Segue o texto.

Macaoca: Aprenderemos com a Atual Crise Hídrica?

Por: Telmo José Mendes, MSc., PhD.,

“Antes de apresentar a comunidade este texto, gostaria de comentar um grande problema de comunicação que existe em nossa cidade que é a busca e identificação de informações relevantes e confiáveis nos assuntos a serem abordados. Este problema não é novo e já o percebo tem algum tempo.

A Web, sendo um meio sem censura prévia e que apresenta enorme facilidade para a publicação de materiais por qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento “no assunto”, traz consigo o problema da credibilidade das informações apresentadas. Estas "homepages" além de levar ao público um excesso de informações errôneas e inúteis, que poluem o ambiente, dificulta o acesso a população as informações verdadeiramente relevantes.

A Crise Hídrica na Cidade de Chapadinha
Para entender como alcançamos esse grau de fragilidade hídrica, em nossa cidade, não basta somente culpar a seca. Como sempre, há um conjunto de fatores que se somaram para construir o cenário que hoje nos deparamos.

Podemos começar colocando como fator inicial a gestão da água feita em nossa cidade que a tratou como um recurso inesgotável. Desde o ano de 2009 (ano da última cheia registrada na Macaoca), em diversos artigos e reportagens assinados por várias pessoas capacitadas e residentes desta cidade, o cenário atual era previsto, porém o ‘brasileiro’ tem memória curta e nossos políticos a imensa habilidade de não ouvir e nem acreditar na ciência.

Pesaram, também, para construir este cenário, o pouco espaço de participação da sociedade, a fragilidade dos instrumentos de gestão dos recursos hídricos (comitê de bacia), além da não adoção pelo governo municipal de medidas mais severas de redução de consumo ou uso abusivo de água. A concessão dá a uma empresa o direito de administrar e operar um serviço público por um determinado período, porém cabe ao governo municipal administrar e fiscalizar os serviços prestados por empresas concessionárias.

É importante lembrar, ainda, a degradação ambiental das áreas de mananciais, resultado da poluição das fontes de água e desmatamento no entorno da represa da Macaoca.

Não há como se estabelecer graus específicos de responsabilidade da poluição, do desmatamento e do uso e ocupação do solo na atual crise de abastecimento pela qual atravessa nossa cidade. No entanto, é sabido que todas essas ações influenciam a disponibilidade e a qualidade dos recursos hídricos.

A crise hídrica que estamos vivendo neste final de período úmido 2014/15 não é inédita e traz novamente sérias consequências econômicas e sociais.

A crise atual exige união e compartilhamento de responsabilidades com respostas sistêmicas com metas e ações de curto, médio e longo prazos. Assim, é correto que o governo (em todas as suas estâncias) exerça papel protagonista para fomentar e implementar soluções múltiplas com escala e impacto que atinjam diversos setores de uma só vez. Mas também cabe aos consumidores de água, empresas e organizações da sociedade civil desempenhar seu papel de corresponsabilidade.

Sendo assim, fica a pergunta: aprenderemos com a atual crise hídrica? Ou ainda continuaremos acreditando em promessas sem fundamento, falas vazias e sem conteúdo técnico e soluções faraônicas? Temos a obrigação como cidadãos de romper as amarras da ignorância e exigir nossos direitos e mostrar aos nossos governantes que a falta de competência de gestão, que lhes compete, prejudica os menos favorecidos e não a eles mesmos".

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Em discurso, Levi Pontes Cobra Celeridade na Solução da Falta D’água em Chapadinha


Em discurso no pequeno expediente da sessão da Assembleia Legislativa de hoje (25) o deputado Levi Pontes / SD chamou atenção para o problema do abastecimento d’água em Chapadinha e reforçou apelo ao governo do estado por uma rápida solução. “Subo a esta tribuna com o objetivo extremamente preocupante, porque o que está acontecendo em Chapadinha, uma cidade com mais de 80 mil habitantes, que está com uma falência completa do sistema de abastecimento de água. O meu objetivo é pedir, é solicitar o apoio dos nobres colegas e colegas deputados, para que a gente possa encontrar solução urgente e de curto prazo do problema de abastecimento de água de Chapadinha”, declarou.

No pronunciamento o representante de Chapadinha explicou a situação e criticou a demora da obra que solucionaria a crise. “O Sistema Itamacaoca, que abastece a cidade, está totalmente seco. E hoje só existe um poço artesiano com 40m³ de vazão, alimentando uma ou outra rua. É necessário que se tenha sensibilidade. E é por isso que eu estou socializando este problema de Chapadinha, que é grave. E nesse momento a população cogita até o direito à greve, ao não pagamento de contas. E, enfim, é chegada a hora de ter mais celeridade no projeto que tem Chapadinha de mais de R$ 26 milhões, para resolver esse problema”, enfatizou Levi.

“Quero aqui, através da TV Assembleia, levar aos meus correligionários total apoio deste deputado, que já por, diversas vezes, me dirigi à CAEMA, me dirigi a setores do governo com o objetivo de solucionar esse problema, que a meu ver é um problema que tem solução através da colocação em prática desses quatro poços artesianos. Portanto, gostaria do apoio desta bancada, desta Assembleia, que nos ajudem a resolver, a pressionar, a pedir às autoridades governamentais, em específico à CAEMA e ao governo, que deem mais celeridade ao projeto que ora está em funcionamento naquela cidade”, finalizou o deputado Levi Pontes.